segunda-feira, 9 de novembro de 2009

sempre

Vim cá relembrar o Ricardo, ver um vídeo... enfim, matar algumas saudades :)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Saudades...

Lembro-me tantas vezes do Ricardo, quando passa na rádio alguma música que ele tenha cantado... ele foi sempre melhor que os originais!
Saudades Ricardo... que voz!!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

sábado, 12 de abril de 2008

Ricardo Soler e Filipa Sousa



Um miminho para atenuar um pouco as enormes saudades que temos tuas Ricardo!

segunda-feira, 10 de março de 2008

terça-feira, 4 de março de 2008

Ricardo - Em busca de um Sonho 2

Ainda me emocionas, ainda me fazes chorar... És único Ricardo...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

"Quanto ao rumor que por aí anda sobre a escrita de uma letra para uma das cantigas concorrentes ao Festival da Canção, eis a história verdadeira: o compositor e produtor Renato Júnior desafiou-me para escrever uma letra para ser interpretada pelo Ricardo Soler, finalista da Operação Triunfo e senhor de capacidades vocais raiando o sobrenatural, numa das canções do festival.
...
Agradou-me também a ideia de escrever qualquer coisa para uma melodia extremamente afunkalhada do Renato e para a potência vocal do Ricardo. Fui eu que, numa das edições da Operação Triunfo, disse que ele era capaz de dar dignidade à lista telefónica de Lisboa-Cidade se a desatasse a cantar, e esse pensamento tranquilizava a minha insegurança perante a eventualidade da minha letra ser muito, muito má.
...
Estivemos os dois umas boas tardes em brainstorm via Messenger (nada pára a modernidade, de facto) e criámos algo que tive o prazer de ouvir ontem - em mp3 - já cantado pelo Ricardo. E o Ricardo, como seria de esperar, dá um show (mesmo em maquete) que anda ali por territórios algures entre Maroon 5 e Stevie Wonder."


Nuno Markl in http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Entrevista - CM de Alenquer

Fica aqui o essencial desta entrevista do nosso Ricardinho:
Participou no programa Operação Triunfo da RTP. Como surgiu a ideia e que balanço faz dessa participação?
Eu sempre fui um fã da Operação Triunfo. Acompanhei todas as edições portuguesas e também as espanholas e achava que era um programa em que me revia. Tive a oportunidade de participar nos castings da Operação Triunfo 2 mas, como estava no 12.º ano na altura, achei que isso implicaria mudar o curso dos estudos e então desisti da ideia. Estive inscrito mas não fui. E também porque não me sentia preparado. Acabada a Operação Triunfo o balanço que faço é muito positivo. Conheci pessoas que têm o mesmo amor pela música que eu tenho e, acima de tudo, aprendi imenso e obtive muitos conhecimentos. Foi muito bom porque eu não tinha bem a noção das coisas que era capaz de fazer. A Operação Triunfo também me trouxe mais segurança e ensinou-me a acreditar em mim próprio.
Terminou esta edição em segundo lugar. Estava à espera deste resultado?
Não estava à espera porque nunca tinha participado em nada deste género. Nem sequer estava à espera de passar do primeiro casting. Era tanta gente naquela sala… Eu só tinha 20 segundos para cantar. Lembro-me que quem estava na mesa do júri era a Paula Oliveira. Eu cantei duas linhas de uma música de Zeca Afonso, ela mandou-me logo sentar e eu pensei que não tinha passado. Mas fui passando todas as fases e foi uma surpresa entrar na escola e muito bom chegar ao fim sem nunca ter sido nomeado. Acho que essa é a minha principal vitória. Eu sabia que o terceiro lugar era garantido e mentalizei-me disso na última semana do programa. Por isso ter ficado em segundo ainda foi melhor.
E conquistou este lugar sem nunca ter tido formação musical…
Exacto. Nunca frequentei o Conservatório de Música, enquanto que o Nuno já lá estava há cinco anos e a Vânia tinha o curso completo.
Considera que ter tido amigos e familiares a assistir às galas se reflectiu na sua prestação?
Sem dúvida. Nós tínhamos ensaios à sexta-feira e ao sábado. Nesses ensaios não há público e eu, quando cantava, tinha sempre aquela sensação de que podia ter feito melhor. No entanto, quando tinha assistência, havia ali uma troca de energia e de força muito positiva que me beneficiou nas actuações. Eu pensava: “As pessoas estão aqui para me ver. Tenho aqui a minha família, os meus amigos e, por isso, vou dar o dobro ou o triplo”. Tive sempre aquela sensação de que tinha de cumprir o meu dever, que era transmitir às pessoas aquilo que eu tinha cá dentro.
Pensa dedicar-se à música a tempo inteiro ou não pretende deixar de lado a enfermagem?
Neste momento quero dar à música o mesmo tempo e o mesmo espaço que dei à enfermagem. Eu fiz a licenciatura toda sem deixar cadeiras para trás. Sempre fui responsável no que diz respeito aos estudos e agora quero fazer o mesmo em relação à música. Quero continuar a apostar na formação porque acho que tenho muito para aprender. Houve coisas que eu descobri na Operação Triunfo que quero continuar a trabalhar, coisas que eu agora dou muita importância. Por exemplo eu achava que saber ler música não me trazia grandes vantagens mas agora penso de maneira diferente. E acho também que aprender a tocar um instrumento musical é uma mais-valia para poder compor as minhas canções. Eu escrevo bastante mas falta-me acompanhar a escrita com a composição de músicas. Quero dar às pessoas aquilo que elas me pedem na rua - um CD - e manter as pessoas informadas da minha caminhada como cantor.
Que géneros musicais gosta mais de cantar? Como se define como cantor?
Quando entrei para a Operação Triunfo achava que o meu género era o pop rock. Saio do programa completamente baralhado porque experimentei tantos estilos de música diferentes, que acabaram por encaixar bem em mim, e agora não sei muito bem o que quero fazer. Sei que quero continuar a experimentar. Quanto mais estilos diferentes experimentar, melhor. Quem sabe se o primeiro disco não é uma mistura de vários.
E quanto a projectos musicais futuros?
O Festival da Canção é um deles. Quando eu era mais novo, gostava muito de ver o Festival da Canção e agora vou ser um dos 10 finalistas. O convite surgiu de um telefonema do produtor Renato Júnior. Este ano dez produtores escolhem um intérprete e o Renato, com quem eu já tinha trabalhado antes, porque ele é o dono dos estúdios onde gravámos os CD da Operação Triunfo, ligou-me e eu disse logo que sim. Já marcámos uma reunião para falar sobre o tipo de música que pretendemos apresentar. Ficou acordado que eu escreveria a letra e que ele iria compor a música. Quero levar uma coisa que seja a minha cara e com a qual eu me identifique. E que tenha qualidade para ser mostrada no nosso país primeiro e depois, se o público decidir, lá fora. De resto tenho alguns espectáculos marcados, dois aqui em Alenquer: um na Semana da Juventude e outro na Feira da Ascensão. É muito bom poder actuar aqui porque é uma oportunidade de estar com as pessoas da minha terra.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Entrevista com o nosso menino :)


Clica na foto para ampliar.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Somebody To Love [e um pedacinho de 'She Will Be Loved']

Eu sei

Fantástico como sempre, no Portugal no Coração de ontem :)

Praça da Alegria

Ricardo Costa - Unchained Melody

O Ricardinho na Praça da Alegria esta semana :)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Esta tarde o nosso menino esteve no Portugal no Coração!!
FANTÁSTICO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu Sei (doce como sempre)
Somebody to love (arrepiei-me, brilhante mesmo)
Um bocadinho de Goldeneye (obviamente genial)
E a novidade: She will be loved, dos Maroon 5 (Lindaaaaaaaaaaaaaaaaa)
Além disto tudo, ele estava lindo de morrer ;)
Força Ricardo, tu vais vencer!!!!
ps-Tânia e João também são grandes fãs do nosso menino :)
ps2-assim que tenha publico os vídeos desta tarde ;)

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Ricardo...

... o verdadeiro vencedor da Ot 2007

domingo, 13 de janeiro de 2008